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Equipe de Bolsonaro quer aprovação da autonomia do BC ainda em 2018

Equipe de Bolsonaro quer aprovação da autonomia do BC ainda em 2018
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Futuro ministro da Casa Civil deve se encontrar com relator do projeto, que foi discutido pelos líderes da Câmara dos Deputados na quarta-feira

A equipe de transição quer a aprovação do projeto de autonomia do Banco Central ainda neste ano. O ministro extraordinário e futuro titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, pretende se encontrar com o relator da matéria na Câmara, Celso Maldaner (MDB-SC), para discutir a questão – os dois estiveram juntos ontem durante a nomeação da deputada Teresa Cristina (DEM-MS) como nova ministra da Agricultura e combinaram de voltar a se falar para debater a matéria. A ideia é que se consiga avançar na discussão para aprovar o projeto antes de 21 de dezembro, quando começa o recesso parlamentar.

São necessários 257 votos para a aprovação no plenário da Câmara dos Deputados, e a estimativa hoje é que o projeto de lei complementar conta com o apoio de cerca de 220 deputados. O tema foi discutido ontem na reunião do colégio de líderes, durante a qual o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, defendeu a proposta. Essa seria uma das condições para que ele continuasse no cargo no futuro governo de Jair Bolsonaro, embora a equipe de Paulo Guedes trabalhe ainda com outros nomes.

Com dificuldade na Previdência, equipe de Bolsonaro foca em autonomia do BC

A maioria dos partidos presentes na reunião ontem, incluindo MDB, PSDB, DEM e as legendas do Centrão, apoiam a votação da medida até o final do ano. Somente os partidos da oposição manifestaram contrariedade à criação da nova regra.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, fala a jornalistas, em janeiro deste ano — Foto: Alvaro Costa

A proposta relatada por Maldaner prevê mandatos não coincidentes para os presidentes da República e do Banco Central. O chefe da autoridade monetária teria mandato de quatro anos e poderia ser releito uma vez. Esse é um dos pontos que pode sofrer alterações durante as discussões na Câmara, que começarão na semana que vem.

O mandato do presidente do Banco Central pelas novas regras passaria a valer a partir de 2020.

— Foto: Editoria de Arte/G1

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Fonte:G1

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