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Câmara aprova texto-base de projeto que muda regras do Imposto Sobre Serviços

Câmara aprova texto-base de projeto que muda regras do Imposto Sobre Serviços
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Proposta prevê que local de cobrança do ISS passará da cidade onde fica a sede da empresa para o município onde está o consumidor

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Votação deve ser concluída nesta terça (3).

Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão desta segunda-feira (2) Cleia Viana/Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) o texto-base do projeto que muda as regras do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Com a aprovação do texto-base, por 312 votos a 1, os deputados terão de analisar os destaques, isto é, propostas que visam modificar a redação.

Esta etapa está prevista para esta terça (3).

Concluída a votação na Câmara, o projeto seguirá para o Senado.

O ISS é um tributo cobrado pelos municípios e pelo Distrito Federal sobre serviços.

Pela regra atual, a cobrança é feita no município onde fica a sede da empresa prestadora de serviço.

O texto-base aprovado pela Câmara prevê que o local de cobrança passará da cidade onde fica a sede da empresa para o município onde está o consumidor.

A proposta define ainda que a mudança valerá para os serviços de: plano de saúde (médico, hospitalar ou odontológico); plano de atendimento e assistência médico-veterinária; administração de consórcios, cartão de crédito e débito; arrendamento mercantil (mecanismo usado na venda de veículos, por exemplo).

Transição A proposta aprovada pelos deputados cria uma transição para esses setores.

O objetivo, conforme o projeto, é fazer com que o tributo seja cobrado progressivamente no município onde o serviço é efetivamente prestado, ou seja, onde está o consumidor.

Na prática, como as atividades especificadas no projeto envolvem muitos consumidores, espalhados em várias cidades país, a tendência é que os recursos sejam distribuídos para uma quantidade maior de municípios em relação à distribuição atual.

A transição, conforme a proposta: ocorrerá entre 2020 e 2023; prevê redução progressiva dos percentuais de recursos destinados às cidades onde ficam as empresas; prevê o aumento progressivo dos percentuais destinados às localidades onde estão os consumidores.

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Fonte: G1

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